A pessoa com pânico implicitamente se vê como especialmente vulnerável a catástrofe. Talvez um membro da família tenha morrido precocemente ou sofrido de problemas emocionais; talvez ela mesma tenha experimentado uma perda, uma doença ou outros infortúnios, ou simplesmente uma série de ataques de pânico intensos ! Ela acredita que pequenos problemas são prováveis de se intensificarem em maiores, que os menores sintomas irão se tornar muito piores. E ela supõe que é “ incapaz de enfrentar o ataque de pânico ”, incapaz de se ajudar a encontrar certos tipos de dificuldades . Como resultado , ela pode estar preocupada com o que pode dar errado no futuro e como evitar problemas ou prevení-los de se desenvolver . Ela supõe que deve estar cronicamente vigilante, sempre “atenta ” a sua experiência interna , para que ela esteja preparada para tomar atitudes para driblar o desastre. Não é de se admirar que ela pode ter problemas para se concentrar, relaxar , ou se divertir !
